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JUSTIÇA OBRIGA JK A SE RETRATAR APÓS NOTÍCIA FALSA SOBRE DIRETORES ESCOLARES EM SANTARÉM

A Justiça do Pará determinou que o Blog JK publique uma retratação após divulgar informações falsas sobre o processo de escolha de diretores das escolas municipais de Santarém. A decisão reconheceu que a publicação distorceu fatos e atingiu a honra da gestão municipal.

O caso

Na matéria original, o portal Blog do JK afirmou que a Prefeitura teria adotado uma “medida antidemocrática” ao não realizar eleições diretas para diretores escolares. No entanto, essa acusação ignorou um contexto fundamental: em novembro de 2024, o Tribunal de Justiça do Pará declarou inconstitucional a lei municipal que previa esse modelo de eleição. A decisão seguiu entendimento já consolidado pelo Supremo Tribunal Federal, tornando inviável a continuidade das eleições diretas.

Como funciona a escolha dos diretores

Apesar da mudança, a participação da comunidade escolar permanece garantida. Professores, servidores e representantes das escolas indicam nomes para compor uma lista. A partir dessa relação, o Prefeito escolhe um dos indicados, conforme determina a legislação vigente. Assim, o processo mantém a colaboração da comunidade dentro dos limites constitucionais.

O papel do Blog JK

O episódio ganhou ainda mais relevância porque o responsável pelo portal, JK, tinha pleno conhecimento do processo jurídico. À época da decisão, ele exercia mandato de Vereador de Santarém e acompanhou diretamente os debates sobre a constitucionalidade da lei. Mesmo assim, publicou a informação como se fosse uma decisão unilateral da Prefeitura, omitindo o contexto legal.

Liberdade de expressão e responsabilidade

A Justiça destacou que divergências políticas e críticas a governos fazem parte da democracia. Contudo, a liberdade de opinião não autoriza a divulgação de informações falsas ou a omissão deliberada de fatos que alterem a realidade. Por isso, o juiz Claytoney Passos Ferreira, da Vara da Fazenda Pública e Execuções Fiscais de Santarém, determinou o direito de resposta.

Retratação publicada

Em cumprimento à decisão judicial, o Blog JK publicou nesta semana a retratação, esclarecendo os fatos e reconhecendo o erro na divulgação da notícia. O caso reforça a importância da responsabilidade na comunicação e do compromisso com a verdade, especialmente em temas que envolvem a gestão pública e a confiança da comunidade.

Confira o vídeo postado no perfil do Instagram de JK:

Esse tipo de episódio mostra como a checagem de informações e o respeito às decisões judiciais são fundamentais para manter a credibilidade no jornalismo e evitar a propagação de desinformação.

MANSÃO DE R$ 4 MILHÕES, “VAQUINHA” E OPERAÇÃO DO MP: ESCÂNDALO ENVOLVENDO DANIEL SANTOS EXPLODE NO BRASIL

A crise política em Ananindeua ganhou repercussão nacional neste domingo (8) após o programa Fantástico, da TV Globo, exibir uma reportagem investigativa que coloca o Prefeito Daniel Santos no centro de um escândalo envolvendo uma mansão avaliada em cerca de R$ 4 milhões.

Mansão de R$4 milhões, supostamente ligada a Daniel Santos.
(Foto: Reprodução).

O imóvel, localizado na região Nordeste do país, teria sido adquirido por meio de um esquema que investigadores descrevem como uma espécie de “vaquinha” formada por empresários com contratos com a prefeitura — uma suspeita que levanta fortes indícios de corrupção e lavagem de dinheiro.

A reportagem ampliou a pressão pública sobre o gestor, que já é alvo de investigações conduzidas pelo Ministério Público do Estado do Pará.


Operação Hades: investigação mira contratos milionários

O caso faz parte da Operação Hades, que apura um suposto esquema de fraudes em licitações, corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro dentro da Prefeitura de Ananindeua, a segunda maior cidade do Pará.

Promotores apontam que empresas contratadas pela administração municipal teriam sido usadas para alimentar um sistema de favorecimento político e pagamentos indiretos, incluindo benefícios pessoais para agentes públicos.

(Foto: Reprodução)

Segundo documentos da investigação, os contratos sob suspeita podem ultrapassar a casa dos R$ 100 milhões.

Entre os possíveis mecanismos usados no esquema estariam:

  • direcionamento de licitações;

  • superfaturamento de serviços;

  • pagamento de vantagens indevidas por empresários;

  • aquisição de bens de luxo ligados ao Prefeito ou a aliados.


Patrimônio sob suspeita: fazendas, aviões e luxo milionário

Além da mansão que ganhou destaque na TV nacional, as investigações também colocaram sob lupa o crescimento patrimonial do prefeito e de pessoas ligadas a ele.

Entre os bens citados em apurações e relatórios investigativos aparecem:

  • fazendas milionárias;

  • aeronaves executivas;

  • maquinário agrícola;

  • veículos de luxo;

  • coleções de relógios avaliadas em milhões de reais.

(Foto: Reprodução).

Promotores investigam se empresários com contratos públicos teriam custeado parte desses bens, o que poderia caracterizar pagamento indireto de propina.

Em determinado momento das investigações, a Justiça chegou a determinar o afastamento cautelar de Daniel Santos do cargo, decisão posteriormente revertida por instâncias superiores.


Contratos da saúde também entraram no radar

Outro ponto sensível nas apurações envolve contratos da área da saúde pública municipal.

O Tribunal de Contas dos Municípios do Pará chegou a suspender um contrato de R$ 18,9 milhões, após identificar indícios de irregularidades no processo de credenciamento de empresas.

Auditorias também apontaram possíveis superfaturamentos em materiais hospitalares, o que ampliou as suspeitas sobre a gestão de recursos públicos.


Influência digital e defesa nas redes

Nos bastidores da política paraense, o caso também ganhou repercussão por causa da atuação de comunicadores e influenciadores digitais.

Entre eles está o blogueiro de Santarém JK do Povão, conhecido por atuar em portais e redes sociais com comentários sobre política regional.

Daniel Santos em apoio a JK, nas Eleições de 2024.
(Foto: Reprodução).

Nos círculos políticos do Santarém, aliados e adversários apontam que JK mantém proximidade política com Daniel Santos e frequentemente utiliza suas plataformas digitais para defender o Prefeito de Ananindeua e criticar adversários.

Este fato evidencia como a disputa política hoje também ocorre no campo da comunicação digital, onde narrativas são construídas para influenciar a opinião pública.


Escândalo pode impactar eleições no Pará

Com a exposição do caso em rede nacional, o escândalo envolvendo Daniel Santos entra em uma nova fase de pressão política e institucional.

Enquanto o Prefeito nega irregularidades e afirma ser alvo de perseguição política, as investigações seguem avançando no Ministério Público.

Nos bastidores, analistas políticos avaliam que o desfecho do caso pode impactar diretamente o cenário eleitoral do Pará nos próximos anos, especialmente em cidades estratégicas como Ananindeua e Santarém.

ACARI NEWS: EDIÇÃO “LAPADA DUPLA”

O candidato a Prefeito derrotado tem colecionado uma sequência de derrotas políticas e judiciais. Ele saiu acusando um monte de gente de vários absurdos sem fundamento e, como diz o velho ditado: “Quem planta, colhe!”. E o bambu está gemendo nas costas dele. Desta vez, foram duas derrotas na mesma semana, em dois dias seguidos. Não deu nem tempo de enxugar as lágrimas da primeira lapada e a segunda já veio zunindo e estalando no lombo.

A primeira é de uma ação movida pela Prefeitura contra o "broguêru", em 2024, justamente por ele ter falado bobagem em um podcast. Ele achou que sendo Vereador (na época) poderia bostejar qualquer pela boca, mas o Juiz sentenciou o blogueiro para que faça uma RETRATAÇÃO PÚBLICA sobre o que ele andou falando em relação à atuação do Município, em redes sociais, com o mesmo tempo de exposição e destaque da publicação original, além da exclusão do vídeo no qual ele conta a lorota. Piorando a situação, o cara ainda foi condenado a pagar custas processuais e honorários advocatícios.

A outra “lambada de galho de goiabeira” que o "broguêru" levou foi em um processo que ele moveu contra o Governador Helder Barbalho, o ex-Prefeito Nélio Aguiar, o atual Prefeito Zé Maria Tapajós e seu vice Carlos Martins. Ele acusou os caras de “abuso de poder econômico” e “compra de votos”, mas não apresentou provas. Ou seja, depois da derrota ele estava desesperado pelo poder e saiu acusando todo mundo de forma aleatória. Resultado: o Juiz extinguiu o processo, justamente por falta de provas, acompanhando o Ministério Público Eleitoral que também não achou nada.

Daqui a pouco vai faltar couro!

Com informações da Repórter Pirarara, só esperando o vacilo dos que se acham muito espertos, direto do Fundo do Rio.