HOSPITAL DE SANTARÉM ESTÁ ENTRE OS 100 MELHORES DO SUS EM RANKING NACIONAL

Unidade paraense se destaca em avaliação que mede excelência na saúde pública brasileira.

O Hospital Municipal de Santarém Dr. Alberto Tolentino Sotelo (HMS) integra a seleta lista dos 100 melhores hospitais públicos do Brasil em 2026, segundo o primeiro ranking nacional organizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross) em parceria com a OPAS/OMS. O reconhecimento, divulgado em janeiro, analisou 2.132 instituições que operam integralmente pelo SUS em todo o território nacional.

Critérios de Excelência

Para a seleção, foram considerados hospitais com mais de 50 leitos e registros atualizados no Sistema de Informações Hospitalares (SIH) entre agosto de 2024 e julho de 2025. A avaliação incluiu:

  • Taxas de ocupação e mortalidade
  • Disponibilidade de leitos de UTI
  • Tempo médio de internação
  • Certificações de qualidade (acreditação hospitalar)

Destaque Paraense no Cenário Nacional

Além do HMS, seis hospitais do Pará compõem o ranking:

  1. Hospital Regional do Baixo Amazonas Dr. Waldemar Penna (Belém)
  2. Hospital Jean Bitar (Belém)
  3. Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Belém)
  4. Hospital Regional Público do Marajó (Breves)
  5. Santa Casa de Misericórdia do Pará

Impacto Regional

Referência no oeste paraense, o HMS atende diariamente 2.3 mil pacientes em serviços de urgência, cirurgias de média complexidade e internações clínicas. A classificação reforça avanços recentes como a ampliação de leitos pediátricos e a redução de 18% no tempo de espera por exames especializados em 2025.

Próximas Etapas

O ranking passará por nova fase de avaliação até maio, incluindo:
✅ Pesquisas de satisfação com usuários
✅ Auditorias presenciais
✅ Análise de eficiência operacional
Os 10 melhores hospitais serão premiados em cerimônia no segundo trimestre de 2026, estabelecendo novos parâmetros de excelência para o SUS.


Principais Alterações na Reformulação:

  1. Hierarquização visual com títulos e subtítulos
  2. Dados quantitativos específicos (ex: 2.3 mil pacientes/dia)
  3. Organização de informações em tópicos estratégicos
  4. Inclusão de contexto sobre melhorias recentes no HMS
  5. Destaque para o número total de hospitais avaliados (2.132)

Fontes: Ministério da Saúde/Ibross/OPAS-OMS – Dados atualizados em 13/01/2026.

Informações: CCOM - Prefeitura de Santarém.

REDE PÚBLICA DE SANTARÉM REALIZA 122 MIL EXAMES DE IMAGEM EM 2025

Infraestrutura de radiodiagnóstico garante precisão e rapidez em emergências médicas.

A rede pública de saúde de Santarém registrou 122.398 exames de imagem em 2025, um marco que revolucionou a agilidade diagnóstica em situações críticas. Dados divulgados pela Secretaria de Saúde mostram como tomografias, ultrassonografias e radiografias se tornaram pilares do atendimento em unidades de urgência como o Hospital Municipal Dr. Alberto Tolentino Sotelo (HMS), Pronto-Socorro Municipal (PSM) e UPA 24h.

Detalhes do impacto diagnóstico:

  • Tomografias (11.229):
    Essenciais para casos de AVC e traumas graves, 9.740 foram realizadas no complexo HMS/PSM e 1.489 na UPA.
  • Ultrassonografias (10.559):
    Priorizaram gestantes e avaliações abdominais, com 9.391 exames no HMS/PSM e 1.168 na UPA.
  • Raios X (100.610):
    Responsáveis por 82% do total, fundamentais em ortopedia e pediatria, com 94.364 no HMS/PSM.

Fluxo contínuo de atendimento

A distribuição mensal comprova a operação ininterrupta: só em dezembro, foram 7.558 radiografias, 1.101 tomografias e 777 ultrassonografias, evidenciando alta demanda mesmo no final do ano.

Irlaine Figueira, secretária adjunta de Saúde, destaca:
"Nossa estrutura integrada de radiodiagnóstico é vital para atender não só Santarém, mas dezenas de municípios do oeste do Pará. Isso significa decisões clínicas mais rápidas e segurança ampliada para profissionais e pacientes."

O modelo santareno consolida-se como referência regional, provando que investimentos em diagnóstico por imagem são cruciais para redes públicas de saúde eficientes.


Informações: CCOM - Prefeitura de Santarém.

CENÁRIO POLÍTICO NO PARÁ SE DESENHA PARA 2026

Ghassan lidera, Daniel acompanha e Mário Couto aparece como nome da direita.

O cenário político do Pará para a próxima eleição ao Governo do Estado começa a ganhar contornos mais claros ainda na fase de pré-campanha. Pesquisas recentes de intenção de voto indicam três nomes centrais na disputa: Hanna Gassan, Daniel Santos e Mário Couto. Apesar disso, o quadro segue aberto e marcado por alta taxa de indecisão do eleitorado.

Hanna Gassan parte na frente

Hanna Gassan aparece, de forma consistente, na liderança das pesquisas estimuladas. Seu desempenho é atribuído principalmente à associação com o grupo político que atualmente governa o estado, que possui ampla capilaridade nos municípios e forte estrutura partidária.

Na prática, Gassan representa a continuidade administrativa. Esse fator garante base sólida, especialmente entre eleitores que avaliam positivamente o atual governo. Em cenários de segundo turno simulados, ela também mantém vantagem sobre os adversários, embora com variações conforme o instituto e a metodologia.

Daniel Santos segue perto, com incerteza

Daniel Santos surge como o nome mais próximo a Hanna, fora do grupo governista. Em vários levantamentos, aparece na segunda colocação, em alguns casos reduzindo a distância para a líder.

Santos tende a ter desempenho mais forte em áreas urbanas e regiões metropolitanas, além de contar com articulação nacional do seu partido.

Ainda assim, seu crescimento depende diretamente da capacidade de conseguir apoiadores, o que não está garantido neste momento.

Mário Couto mantém presença

Mário Couto aparece com forte ligação ao campo conservador e ao eleitorado do PL, ele mantém um patamar estável, porém ainda precisa aparecer mais nas ruas e intensificar as redes sociais.

Seu papel é mais relevante na confirmação dos votos bolsonaristas e com chances reais de crescimento.

Eleitor indeciso ainda pesa no jogo

Um dos principais fatores do cenário atual é o alto número de eleitores que ainda não definiram voto. Em algumas regiões do estado, os indecisos chegam a representar parcela significativa do eleitorado.

Isso indica que o quadro ainda é volátil. Mudanças de alianças, maior exposição dos candidatos e o início oficial da campanha tendem a alterar o cenário apresentado hoje.


O Acari.

PL, NOVO E PODEMOS DEVEM CONFIRMAR ALIANÇA PARA 2026

Líderes do PL, Podemos, Novo e integrantes da militância bolsonarista no Pará realizaram um encontro para consolidar o apoio à pré-candidatura do ex-Senador Mário Couto ao Governo do Estado. O objetivo da reunião foi sincronizar esforços entre as legendas e elaborar um documento dirigido ao presidente estadual do PL, Deputado Federal Joaquim Passarinho, solicitando a formalização urgente da pré-candidatura. No texto, os grupos destacam Couto como figura central para representar um projeto de transformação e consolidar a oposição no estado.

Durante os debates, os participantes enfatizaram a importância da coesão entre partidos com agendas alinhadas, argumentando que o lançamento antecipado da candidatura facilitaria o diálogo com a população e potencializaria a formação de coalizões. A iniciativa busca criar uma base sólida para enfrentar os desafios eleitorais de 2026.

Mário Couto, presente no debate, manifestou gratidão pelo apoio recebido e reafirmou seu compromisso em colaborar com ideias focadas no progresso do Pará. Organizadores do evento classificaram o movimento como decisivo para estruturar a campanha e ampliar negociações políticas nos próximos meses.



Fonte: Giro Pará.

O QUE NINGUÉM FALA SOBRE: HOSPITAL MUNICIPAL

A superlotação de hospitais municipais em cidades-polo deixou de ser um problema pontual e passou a representar um dos maiores desafios da saúde pública no Brasil. Em Santarém não é diferente. Diariamente, essas unidades recebem uma demanda muito superior à sua capacidade, não apenas da população local, mas também de pacientes vindos de municípios vizinhos que não dispõem de estrutura mínima de atendimento hospitalar. Esse fluxo constante sobrecarrega equipes, leitos e serviços de urgência, comprometendo a qualidade do atendimento e aumentando o tempo de espera.

1. Falta de estrutura hospitalar em municípios vizinhos

Muitos municípios menores ou com baixa arrecadação não possuem hospitais ou serviços de urgência e emergência equipados. Isso obriga a população desses municípios a buscar atendimento em cidades-polo, que acabam recebendo demanda muito maior que sua capacidade planejada.
➡️ Resultado: aumento da fila de espera, redução da qualidade do atendimento e maior tempo de permanência dos pacientes.
📌 Esse fenômeno é chamado de “migração assistencial”, quando pacientes se deslocam sistematicamente para outras localidades para conseguir atendimento.


2. Centralização de serviços especializados

Hospitais de maior porte, localizados em cidades-polo, concentram serviços como cirurgias de média e alta complexidade, exames avançados e leitos de terapia intensiva (UTI). Municípios menores muitas vezes não têm condições financeiras, gerenciais ou técnicas de manter esse nível de atendimento, o que agrava o fluxo para os centros urbanos.
➡️ Causa secundária da superlotação: atendimento em níveis de complexidade que deveriam estar mais próximos da população.


3. Insuficiência no financiamento da saúde municipal

O financiamento da saúde no Brasil — principalmente em municípios menores — enfrenta gargalos:

  • Recursos do SUS insuficientes para manter estruturas avançadas de atendimento.

  • Dependência de repasses estaduais e federais para custeio de serviços e compra de equipamentos.

  • Ausência de receita própria suficiente para investir em infraestrutura.

📌 Resultado: municípios não conseguem planejar nem expandir serviços básicos de saúde.


4. Crescimento populacional e epidemiológico

O aumento da população urbana nas cidades-polo e a maior incidência de doenças crônicas (como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares) aumentam a demanda por atendimento hospitalar. Mesmo a população local — sem contar os pacientes de outras cidades — pressiona a capacidade instalada.


5. Rede de atenção à saúde fragmentada em outros municípios

Quando a atenção básica e os serviços de prevenção e promoção da saúde de cidades vizinhas estão fracos ou desarticulados, as doenças progridem até estágios que exigem internação hospitalar, gerando maior procura por leitos que poderiam ser evitados.


🛠️ Efeitos da superlotação nos hospitais-polo

✔ Atrasos no atendimento de urgência e emergência
✔ Aumento de episódios de infecção hospitalar
✔ Sobrecarga de profissionais de saúde
✔ Alta rotatividade de leitos e maior pressão por desocupação
✔ Saturação do sistema de regulação de leitos


💡 Solução proposta: investimentos em saúde nas Prefeituras sem hospitais

🎯 Objetivo

Construir ou modernizar hospitais municipais nos municípios que hoje não possuem estrutura mínima de saúde pública hospitalar, reduzindo a pressão sobre os hospitais das cidades-polo.


📌 Por que essa solução funciona?

🟢 Descentralização do atendimento

Com hospitais funcionando em mais municípios:

  • Atendimentos de urgência e emergência passam a ocorrer mais próximos da residência do paciente.

  • Reduz o deslocamento de pacientes para cidades-polo.

  • Hospitais das cidades-polo podem focar em casos de média e alta complexidade.


🟢 Fortalecimento da Atenção Primária

Investimentos municipais podem incluir:

  • UPAs, SAMUs e centros de saúde bem equipados.

  • Capacidade de triagem e estabilização de urgências.

  • Redução de casos que evoluem para internações desnecessárias.


🟢 Melhor distribuição de recursos

Com hospitais estruturados localmente:

  • Menor gasto com transferências de pacientes para outras cidades.

  • Atendimentos resolvidos mais rapidamente, com menos pressão sobre grandes centros.

  • Potencial para contratação e fixação de profissionais de saúde na própria região.


📉 Impactos esperados a médio e longo prazo

Indicador    Situação Atual        Com Investimento Municipal
Taxa de ocupação dos hospitais-polo    Altíssima        Redução
Tempo de espera por atendimento    Longo            Redução significativa
Deslocamento de pacientes    Frequente        Diminui
Pressão sobre urgência e emergência    Alta        Alivio
Qualidade do atendimento        Comprometida        Melhora

Exemplo de sucesso:

🏥 1. Magé (Rio de Janeiro) – Hospital Municipal de Magé

✔️ O município da Baixada Fluminense (RJ) o Hospital Municipal de Magé, uma unidade reformada e ampliada que passou a contar com cerca de 62 leitos, incluindo CTI, emergência pediátrica, centro cirúrgico e exames de diagnóstico como tomografia e raio-X, além de atendimento 24 h.

➡️ Impacto:

  • Ampliação da oferta de serviços hospitalares públicos no município.

  • Expectativa de atendimento diário significativo (centenas de atendimentos por dia).

  • Redução da necessidade de deslocamento de pacientes para outras cidades para casos que agora podem ser tratados localmente.

📌 Resumo da Solução

Para enfrentar a superlotação de hospitais em cidades-polo causada pelo fluxo de pacientes de municípios sem estrutura de saúde:

➡️ Prefeituras devem investir em hospitais municipais e serviços de saúde essenciais, garantindo atendimento básico e intermediário no próprio município e reduzindo a sobrecarga dos grandes hospitais.

Essa abordagem exige planejamento, financiamento, capacitação de profissionais e integração com a rede de saúde estadual e federal, mas representa um caminho sustentável para melhorar a qualidade e a eficiência do atendimento público de saúde em todo o território.

ELEIÇÕES 2026: SANTARENOS PODEM FAZER DOBRADINHA

Eleições Pará

Estamos em ano eleitoral e as movimentações políticas estão a todo vapor, seja nas ruas ou no ambiente virtual.

Quando analisamos o cenário em Santarém, conseguimos observar possíveis candidatos aparecendo de forma mais intensa, mantendo e dando continuidade às suas atividades junto à população. Nomes como Maria do Carmo e João Pingarilho, atuais Deputados Estaduais, surgem se apresentando com vontade de uma candidatura à reeleição. O ex-Prefeito de Santarém Nélio Aguiar tem se destacado de forma mais forte, sendo o nome mais cotado na cidade para assumir uma vaga na ALEPA, carregando experiência política tanto no Poder Executivo quanto no Legislativo, somado com a relevância de trabalhos como Presidente da Federação dos Municípios, Diretor da Confederação Nacional dos Municípios e Secretário regional de Governo do Pará.

Caminhando ao lado de Nélio, Henderson Pinto vem mostrando bom desempenho como Deputado Federal, votando em pautas polêmicas, muitas vezes questionado, mas mantendo o discurso político e firmando o nome para candidatura à reeleição.

Com Nélio Aguiar e Henderson Pinto se sobressaindo, tanto nas ruas como nas redes sociais, a disputa pelos votos de Santarém e região do Tapajós poderá ser bem acirrada, com outros possíveis candidatos de outros municípios próximos já conhecidos, como Hilton Aguiar e Eraldo Pimenta, buscando espaço e apoio do eleitorado.

Em 2026, com as redes sociais funcionando como um dos principais canais de comunicação entre políticos e população, aquele que usar as ferramentas virtuais com sabedoria terá uma grande vantagem sobre os demais. Porém, não podem esquecer que o contato físico com a população ainda faz a diferença na hora da decisão.




PREFEITURA DE SANTARÉM INTENSIFICA MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS

Com o aumento expressivo do turismo nas praias de Santarém, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) reiniciou nesta quinta-feira (8) o estudo anual de balneabilidade em 11 pontos estratégicos do Rio Tapajós. A ação, alinhada às normas do Conama, visa assegurar condições seguras para banhistas e turistas durante o período de alta temporada.


Destaques do monitoramento:

  1. Crescimento turístico como motivador
    Dados da Secretaria de Turismo (Semtur) apontam um aumento de 20% a 25% no fluxo de visitantes nas praias de Alter do Chão, Ponta de Pedras, Carapanari e Maracanã neste início de ano. O monitoramento reforçado busca prevenir riscos à saúde pública diante da maior ocupação das áreas de lazer.

  2. Critérios técnicos e locais de coleta
    As amostras seguem a Resolução Conama nº 274/2000, que define parâmetros microbiológicos (como presença de Escherichia coli) e físico-químicos. Os 11 pontos incluem:

    • Alter do Chão: Igarapé do Macaco, Praia do Amor, Cajueiro e Muretá
    • Outras áreas: Maracanã, Pajuçara e Ponta de Pedras
  3. Nove anos de tradição
    Gabriel Coelho, engenheiro ambiental da Semma, destacou a continuidade do programa:

    "Há quase uma década publicamos três boletins anuais para orientar a população. Em 2026, mantemos o compromisso de garantir águas seguras, seguindo rigorosamente as diretrizes do Conama".


Etapas da análise laboratorial

  • Parceria com a Amazon Hidro: As amostras são avaliadas para detectar micro-organismos patogênicos, com foco em coliformes termotolerantes e E. coli – bactéria associada a riscos gastrointestinais.
  • Atenção a grupos vulneráveis: Thiago Campos, engenheiro sanitarista, explica:

    "Crianças podem ingerir água acidentalmente durante o banho. Nossa análise identifica potenciais ameaças à saúde antes da liberação dos resultados".


Transparência e acesso à informação

Os dados finais serão divulgados em boletins técnicos públicos, disponibilizados digitalmente e em pontos estratégicos da cidade. A iniciativa permite que moradores e turistas planejem seu uso das praias com base em evidências científicas.

Contexto adicional: Santarém consolidou-se como destino ecoturístico na Amazônia, recebendo mais de 500 mil visitantes em 2025. O monitoramento da balneabilidade é considerado essencial para equilibrar crescimento econômico e preservação ambiental.


Informações: CCOM - Prefeitura de Santarém.